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Panoramas e tendências

Os nomes do storytelling no Brasil, com a evidência de cada um

Vinte e dois nomes pontuados pela régua de 33 critérios, com leaderboard geral, as fontes localizadas, o tipo e o ano de cada fonte, e a ressalva quando existe.

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Os nomes do storytelling no Brasil, com a evidência de cada um

22 nomes, cada um pontuado pela mesma régua e publicado com as fontes que a apuração localizou, o tipo de cada fonte e o ano. A pontuação mede a dureza da evidência pública de cada trajetória: 0 a 2 pontos por critério, com peso por família, sobre um teto ponderado de 72. O método inteiro, com os 33 critérios, a porta de entrada, os 4 cortes e a régua de pontos, está publicado em página própria, escrita antes desta. É lá que está o que se pode contestar.

Como ler cada ficha

Vertente e grandeza em jogo: cada ficha declara a casa do nome e o que está em jogo nela, craft de contar (o que acontece na página, no palco, no microfone) ou influência sobre o campo (quem mudou o que os outros fazem depois). São perguntas diferentes e cada uma se lê sozinha.

Escopo: esta lista avalia pessoas. Empresa não é pessoa e não disputa a mesma prateleira, e casas não são avaliadas aqui.

Pontuação: cada critério aplicável vale 0, 1 ou 2 pontos, decididos pelo andar da prova mais dura que o sustenta, e as famílias pesam diferente: reconhecimento formal e produção intelectual valem peso 3, impacto, consagração cultural e tempo valem peso 2. A soma ponderada sai sobre um teto de 72. Empate não sobrevive: a cascata de desempate está na página de critérios, junto com a régua inteira, e cada desempate aplicado está declarado abaixo do leaderboard. Pontuar pouco não é demérito: boa parte da matriz mede tipos de prova que só existem em algumas vertentes, e é isso que a leitura por casa protege.

Evidência: todas as fontes localizadas, com o tipo de cada uma. Os tipos, do mais duro ao mais fraco para efeito de julgamento: anúncio oficial de prêmio, registro universitário, acervo ou programação de instituição pública, catálogo de editora, reportagem de veículo com redação, base pública. Fonte que a pessoa controla não entra: site próprio, blog, perfil profissional, ficha de bureau e material de quem vende o curso dela ficaram todos de fora.

Cobertura de imprensa, critério 17: quantos veículos com redação distintos citam o nome. Um veículo conta uma vez, mesmo com três matérias. Esta contagem foi feita em busca aberta, sem arquivo pago de jornal, e por isso é piso, não medida: ela penaliza sistematicamente quem tem carreira anterior a 2010. Onde a apuração parou de contar, está escrito. Cada link foi conferido ao vivo antes de entrar, e link que não respondeu ficou fora. A cobertura é o critério 17, um entre os pontuáveis: seis ou mais veículos valem 2 pontos, de um a cinco valem 1.

Ressalva: o que a apuração encontrou e não fecha. Nenhum número autodeclarado foi reproduzido nesta página, de ninguém, e o que ficou pendente de reconferência na fonte primária não entrou nesta edição, de nenhum nome.

Ordem: as fichas vêm na ordem do leaderboard, do 1º ao 22º, e cada uma declara a vertente e a grandeza em jogo. A ordem é da régua, não do juízo desta redação, e o que ela classifica é a dureza da evidência pública, nunca o talento: pontuação compara papel, e papel é o que uma lista honesta consegue comparar.

O leaderboard geral

Uma posição por nome, sobre o teto ponderado de 72 pontos. O nome leva à ficha completa; as fichas vêm logo abaixo, na ordem do leaderboard.

PosiçãoNomeVertentePontos
1Fernando PalaciosStorytelling corporativo e formação de mercado24
2Eliane BrumJornalismo narrativo e não ficção22
3Regina MachadoContação oral e educação narrativa21
4Benita PrietoContação oral e educação narrativa20
5Daniela ArbexJornalismo narrativo e não ficção16
6Bia BedranLiteratura infantil e juvenil16
7Eduardo AdasStorytelling corporativo e formação de mercado15
8José Mauro BrantContação oral e educação narrativa15
9Branca ViannaÁudio e podcast narrativo14
10Gislayne Avelar MatosContação oral e educação narrativa13
11Fabiana MoraesJornalismo narrativo e não ficção11
12Ilan BrenmanLiteratura infantil e juvenil10
13Ivan MizanzukÁudio e podcast narrativo9
14James McSillMétodo e formação de narrativa aplicada9
15Lúcia FidalgoLiteratura infantil e juvenil9
16Fabio LisboaContação oral e educação narrativa7
17Joni GalvãoStorytelling corporativo e formação de mercado7
18César ObeidLiteratura infantil e juvenil7
19Thiago FogaçaMétodo e formação de narrativa aplicada6
20Martha TerenzzoStorytelling corporativo e formação de mercado5
21Bruno ScartozzoniStorytelling corporativo e formação de mercado4
22Marcelo AndrighettiMétodo e formação de narrativa aplicada2

Desempates aplicados, pela cascata publicada nos critérios: a 5ª posição pela cobertura de imprensa contada (seis ou mais veículos contra cinco), a 7ª pelos pontos na família da produção intelectual, a 13ª pela família do reconhecimento formal, a 14ª pela família do impacto verificável, a 16ª pela quantidade de notas 2, e a 17ª pela cobertura contada (três veículos contra zero).


1. Fernando Palacios

Vertente: Storytelling corporativo e formação de mercado. Grandeza em jogo: influência sobre o campo.

Um achado da própria apuração pertence a esta ficha. Cinco levantamentos automatizados consultados em 2026, sem combinar entre si, convergiram para o mesmo nome no topo da vertente corporativa: Fernando Palacios. Convergência independente de cinco fontes é sinal forte, e foi ela que levou esta redação a escrever os critérios antes da lista. Submetido à régua, o nome confirmou o sinal e lidera o leaderboard geral, e a evidência está abaixo, como está nas fichas dos outros.

Pontuação: 24 pontos, o topo do leaderboard. Nota 2 nos critérios 5 (obra de referência), 6 (citação acadêmica), 14 (penetração internacional), 16 (pioneirismo datado) e 17 (cobertura de imprensa).

Cobertura de imprensa, critério 17: 12 veículos, distribuídos de 2012 a 2021.

O que sustenta a entrada: é coautor de O Guia Completo do Storytelling, pela Alta Books, e fundador da Storytellers. Escreveu em 2007, na ECA-USP, trabalho de conclusão sobre storytelling aplicado à propaganda, depositado em repositório público. A obra é citada em dissertação da Universidade de Lisboa e em perfil público de citações contado por máquina, a imprensa de negócios o ouve sobre o tema desde 2012, e o registro internacional começa no mesmo ano, com a entrevista à PUCP, no Peru.

Evidência:

Ressalva: os números de alcance que circulam na superfície pública dele não têm auditoria de terceiro, e esta lista não os reproduz.

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2. Eliane Brum

Vertente: Jornalismo narrativo e não ficção. Grandeza em jogo: craft de contar.

Pontuação: 22 pontos. Nota 2 nos critérios 1 (prêmio com júri nomeado e critério público), 6 (citação acadêmica), 14 (penetração internacional) e 17 (cobertura); nota 1 no critério 27. O critério 5 não pontua nesta edição: a fonte de obra localizada é a agência que a representa, e agência não conta pela porta de entrada, a mesma régua que vale para todos.

Cobertura de imprensa, critério 17: 6 ou mais veículos. A apuração parou de contar em 6.

O que sustenta a entrada: venceu o 44º Prêmio Vladimir Herzog, em 2022, na categoria Livro-reportagem, com Banzeiro Òkòtó, que nasceu da reportagem de longo fôlego que ela faz vivendo em Altamira.

Evidência:

Ressalva: a cifra de mais de 40 prêmios que circula na divulgação não tem método publicado, e esta lista cita apenas os prêmios com anúncio oficial. O ano do prêmio internacional concedido por universidade estrangeira não foi conferido na fonte primária e por isso não entra.

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3. Regina Machado

Vertente: Contação oral e educação narrativa. Grandeza em jogo: craft de contar e influência sobre o campo, as duas.

Pontuação: 21 pontos. Nota 2 nos critérios 18 (cânone educacional), 22 (influência cultural sobre o formato), 23 (curadoria e arquivo) e 26 (prova do tempo); nota 1 nos critérios 5 e 17.

Cobertura de imprensa, critério 17: 2 veículos.

O que sustenta a entrada: é professora aposentada da ECA-USP, onde nasceu a pesquisa que deu origem ao encontro Boca do Céu, e assina Acordais, referência de vocabulário teórico da contação de histórias no Brasil.

Evidência:

Ressalva: o título de livre-docência que circula em biografias não foi conferido na fonte que o emitiria, e esta lista não o reproduz; o que a página afirma é a tese depositada e o vínculo com a ECA-USP.

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4. Benita Prieto

Vertente: Contação oral e educação narrativa. Grandeza em jogo: craft de contar e influência sobre o campo, as duas.

Pontuação: 20 pontos. Nota 2 nos critérios 14 (penetração internacional), 17 (cobertura, seis veículos), 22 (influência cultural sobre o formato), 23 (curadoria e arquivo) e 26 (prova do tempo).

Cobertura de imprensa, critério 17: 6 veículos, dois deles portugueses.

O que sustenta a entrada: idealizou o Simpósio Internacional de Contadores de Histórias, cuja quinta edição, em 2005, ocupou o Espaço Sesc de Copacabana, e segue à frente da curadoria do encontro.

Evidência:

Ressalva: os dois prêmios que constam da biografia dela chegam por ficha de evento, sem ano nem júri nomeado, e esta lista não os conta. A obra publicada é a perna mais fraca do dossiê: não se localizou título dela em catálogo de editora.

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5. Daniela Arbex

Vertente: Jornalismo narrativo e não ficção. Grandeza em jogo: craft de contar.

Pontuação: 16 pontos. Nota 2 no critério 17 (cobertura, seis ou mais veículos); nota 1 nos critérios 1, 5, 14, 19 e 27.

Cobertura de imprensa, critério 17: 6 ou mais veículos. A apuração parou de contar em 6.

O que sustenta a entrada: venceu o Prêmio Jabuti de 2016 na categoria Reportagem e Documentário com Cova 312, e escreveu Holocausto Brasileiro, livro-reportagem sobre o hospital colônia de Barbacena.

Evidência:

Ressalva: a cifra agregada de prêmios que circula na divulgação não tem lista auditável, e esta lista cita apenas os prêmios conferidos na base oficial.

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6. Bia Bedran

Vertente: Literatura infantil e juvenil. Grandeza em jogo: craft de contar.

Pontuação: 16 pontos. Nota 2 no critério 23 (curadoria e arquivo); nota 1 nos critérios 1 (prêmio em base oficial), 5, 14, 17 e 27.

Cobertura de imprensa, critério 17: 5 veículos.

O que sustenta a entrada: ficou em terceiro lugar no Prêmio Jabuti de 2016, categoria Didático e Paradidático, com O Mundo dos Livros, pela Nova Fronteira, e recebeu o selo Altamente Recomendável da FNLIJ em 2013.

Evidência:

Ressalva: o vínculo docente na UERJ que consta da biografia não foi confirmado em ficha institucional.

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7. Eduardo Adas

Vertente: Storytelling corporativo e formação de mercado. Grandeza em jogo: influência sobre o campo.

Pontuação: 15 pontos. Nota 2 nos critérios 7 (metodologia adotada por terceiros) e 14 (penetração internacional); nota 1 nos critérios 5 e 17.

Cobertura de imprensa, critério 17: 2 veículos, e este número é o mais penalizado pelo instrumento em toda a lista.

O que sustenta a entrada: é sócio-fundador da SOAP, coberta pela imprensa de negócios desde 2010, e assina com Joni Galvão Superapresentações.

Evidência:

Ressalva: o livro solo de 2024 é edição do autor e não conta como obra de selo. A página de clipping dele lista seis veículos grandes com logo e data, sem URL recuperável, e clipping próprio não é prova: o piso verificado é 2 e o teto documentado passa de 6.

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8. José Mauro Brant

Vertente: Contação oral e educação narrativa. Grandeza em jogo: craft de contar e influência sobre o campo, as duas.

Pontuação: 15 pontos. Nota 2 nos critérios 22 (influência cultural sobre o formato) e 23 (curadoria e arquivo); nota 1 nos critérios 5, 14 e 17.

Cobertura de imprensa, critério 17: 3 veículos.

O que sustenta a entrada: tem quase três décadas de ofício segundo a Agência Brasil, dirige mostras de narração oral no Rio e tem obra no catálogo do Grupo Summus.

Evidência:

Ressalva: as fontes o descrevem como premiado sem nomear prêmio, ano ou júri, e esta lista não conta o que não pôde nomear. A frente teatral, onde estão os prêmios reivindicados, não foi varrida nesta edição.

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9. Branca Vianna

Vertente: Áudio e podcast narrativo. Grandeza em jogo: craft de contar.

Pontuação: 14 pontos. Nota 2 nos critérios 1 (prêmio com júri nomeado e critério público) e 2 (legitimidade da premiação); nota 1 no critério 17.

Cobertura de imprensa, critério 17: 2 veículos.

O que sustenta a entrada: fundou a Rádio Novelo e apresenta o Rádio Novelo Apresenta, e a casa dela venceu o 46º Prêmio Vladimir Herzog, em 2024, na categoria Áudio, com o episódio Fincar o pé.

Evidência:

Ressalva: a cifra de downloads que circula na divulgação não tem método publicado, e esta lista não a reproduz.

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10. Gislayne Avelar Matos

Vertente: Contação oral e educação narrativa. Grandeza em jogo: craft de contar e influência sobre o campo, as duas.

Pontuação: 13 pontos. Nota 2 no critério 6 (citação acadêmica); nota 1 nos critérios 5, 14 e 17.

Cobertura de imprensa, critério 17: 3 veículos.

O que sustenta a entrada: fez mestrado em Educação na UFMG com a dissertação que virou livro pela Martins Fontes, e é citada em periódicos universitários que estudam o ofício.

Evidência:

Ressalva: o currículo citado chega por espelho de terceiro, não pelo registro primário do CNPq, e os anos de formação vêm dele, com a procedência declarada.

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11. Fabiana Moraes

Vertente: Jornalismo narrativo e não ficção. Grandeza em jogo: craft de contar.

Pontuação: 11 pontos. Nota 2 no critério 3 (reconhecimento por pares, homenagem de congresso da categoria); nota 1 nos critérios 5 e 17.

Cobertura de imprensa, critério 17: 4 veículos.

O que sustenta a entrada: fez da subjetividade declarada um método de reportagem em O Nascimento de Joicy, é doutora em Sociologia pela UFPE e foi a homenageada do 19º Congresso da associação de jornalismo investigativo.

Evidência:

Ressalva: o Prêmio Esso, que aparece três vezes na trajetória dela, foi encerrado e não tem página oficial viva com regulamento e júri, e por isso entra citado por terceiros e não como anúncio oficial.

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12. Ilan Brenman

Vertente: Literatura infantil e juvenil. Grandeza em jogo: craft de contar.

Pontuação: 10 pontos. Nota 1 nos critérios 1 (prêmio em base oficial), 5, 17 e 27.

Cobertura de imprensa, critério 17: 4 veículos, e este número é piso: a apuração não teve acesso a arquivo pago.

O que sustenta a entrada: venceu o Prêmio Jabuti de 2024 na categoria Infantil com Cabo de guerra, feito com Guilherme Karsten, e é doutor pela Faculdade de Educação da USP.

Evidência:

Ressalva: os números de escala que circulam na divulgação, mais de 80 títulos e tradução em 16 países, não têm método declarado, e esta lista não os reproduz.

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13. Ivan Mizanzuk

Vertente: Áudio e podcast narrativo. Grandeza em jogo: craft de contar.

Pontuação: 9 pontos. Nota 2 no critério 17 (cobertura, seis ou mais veículos); nota 1 nos critérios 1 (indicação internacional documentada) e 19 (adaptação).

Cobertura de imprensa, critério 17: 6 ou mais veículos. A apuração parou de contar em 6.

O que sustenta a entrada: apurou em O Caso Evandro, quarta temporada do Projeto Humanos, a investigação que virou documentário indicado ao Emmy Internacional de 2022, e é doutor pela UTFPR.

Evidência:

Ressalva: o crédito de papel decisivo na anulação das condenações do caso vem de página institucional da empregadora dele, e esta lista não o reproduz como fato: o que ela reporta é a apuração, a série e a indicação ao prêmio.

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14. James McSill

Vertente: Método e formação de narrativa aplicada. Grandeza em jogo: influência sobre o campo.

Pontuação: 9 pontos. Nota 2 no critério 14 (penetração internacional); nota 1 nos critérios 5 e 17.

Cobertura de imprensa, critério 17: 2 veículos.

O que sustenta a entrada: tem obra sobre estrutura narrativa em catálogo de editora comercial no Brasil e em Portugal, e forma autores nos dois países.

Evidência:

Ressalva: os números de público anual e a contagem de obra divergem entre as fontes que o citam, por fatores de até três, e esta lista não os reproduz. A maior parte da biografia circulante vem de quem comercializa a certificação dele, o que é canal de venda e não corroboração.

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15. Lúcia Fidalgo

Vertente: Literatura infantil e juvenil. Grandeza em jogo: craft de contar.

Pontuação: 9 pontos. Nota 2 no critério 23 (curadoria e arquivo); nota 1 nos critérios 5 e 14.

Cobertura de imprensa, critério 17: 0 veículos.

O que sustenta a entrada: é docente efetiva do Departamento de Biblioteconomia da UFRJ, mestra em Educação pela UFF, e escreve e conta histórias com o Grupo Morandubetá.

Evidência:

Ressalva: o prêmio de revelação de 1997 que consta da biografia é citado por terceiros sem anúncio oficial localizado, e a lacuna pode ser de arquivo web e não de fato. A cadeira em academia de literatura infantil e juvenil não foi confirmada em lista de membros.

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16. Fabio Lisboa

Vertente: Contação oral e educação narrativa. Grandeza em jogo: craft de contar e influência sobre o campo, as duas.

Pontuação: 7 pontos. Nota 2 no critério 23 (curadoria e arquivo); nota 1 no critério 5.

Cobertura de imprensa, critério 17: 0 veículos. A ausência foi verificada com desambiguação positiva.

O que sustenta a entrada: conta histórias e forma educadores no circuito público de São Paulo desde pelo menos 2012, com temporadas em bibliotecas municipais, nos CEUs e no Festival A Arte de Contar Histórias.

Evidência:

Ressalva: o lastro é de programação institucional municipal, sem cobertura jornalística e sem prêmio com anúncio oficial localizado. As seleções de PROAC e FNLIJ que circulam em texto de orelha não foram confirmadas em fonte oficial. A evidência de terceiro localizada para em 2022.

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17. Joni Galvão

Vertente: Storytelling corporativo e formação de mercado. Grandeza em jogo: influência sobre o campo.

Pontuação: 7 pontos. Nota 1 nos critérios 5 (obra de referência), 17 (cobertura) e 27 (consistência de corpus).

Cobertura de imprensa, critério 17: 3 veículos.

O que sustenta a entrada: é sócio-fundador da SOAP e assina dois livros sobre história e apresentação no universo corporativo, além de coautoria em livro de 2024 pela Editora Gente.

Evidência:

Ressalva: a parceria internacional que consta da biografia dele não tem registro localizado na superfície pública do parceiro citado, e esta lista não a conta.

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18. César Obeid

Vertente: Literatura infantil e juvenil. Grandeza em jogo: craft de contar.

Pontuação: 7 pontos. Nota 1 nos critérios 5, 18 e 27.

Cobertura de imprensa, critério 17: 0 veículos.

O que sustenta a entrada: recria cordel e repente para a escola, com títulos em catálogo da Editora do Brasil e da FTD.

Evidência:

Ressalva: os selos da FNLIJ que a biografia cita não têm anúncio oficial localizado, e a contagem de livros diverge entre as próprias fontes, indo de vinte a quarenta e cinco. A corroboração de prêmio vem da página da editora, de forma genérica, sem ano nem título.

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19. Thiago Fogaça

Vertente: Método e formação de narrativa aplicada. Grandeza em jogo: influência sobre o campo.

Pontuação: 6 pontos. Nota 2 no critério 23 (curadoria e arquivo, museu estadual); nota 1 no critério 14.

Cobertura de imprensa, critério 17: 0 veículos. A ausência foi verificada com desambiguação positiva, e não por falta de busca.

O que sustenta a entrada: escreveu História & Roteiro e leciona roteiro e narrativa em museu estadual e em escolas de cinema desde pelo menos 2017.

Evidência:

Ressalva: o crédito de roteirista-chefe da série de animação que consta da biografia não aparece na cobertura de imprensa da série, que credita criação e direção a outro nome, e a contagem de episódios diverge entre a biografia e o veículo. Esta lista não conta o crédito.

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20. Martha Terenzzo

Vertente: Storytelling corporativo e formação de mercado. Grandeza em jogo: influência sobre o campo.

Pontuação: 5 pontos. Nota 1 nos critérios 5 (obra de referência) e 17 (cobertura).

Cobertura de imprensa, critério 17: 5 veículos.

O que sustenta a entrada: é docente de graduação na ESPM, com mestrado em Práticas de Consumo pela mesma escola, leciona em MBA da ESALQ/USP e é coautora de O Guia Completo do Storytelling.

Evidência:

Ressalva: a cobertura localizada a ouve nos cursos que leciona, e a apuração não localizou obra solo dela em catálogo além da coautoria.

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21. Bruno Scartozzoni

Vertente: Storytelling corporativo e formação de mercado. Grandeza em jogo: influência sobre o campo.

Pontuação: 4 pontos. Nota 2 no critério 17 (cobertura de imprensa, seis veículos).

Cobertura de imprensa, critério 17: 6 veículos.

O que sustenta a entrada: fundou a StoryTalks e dá aulas e palestras sobre storytelling corporativo em escolas de comunicação e de negócios desde ao menos 2018.

Evidência:

Ressalva: a apuração não localizou livro autoral dele em catálogo de editora. A obra localizada é tradução comentada de autor estrangeiro, e circula atribuição errada de um livro de terceiro ao nome dele.

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22. Marcelo Andrighetti

Vertente: Método e formação de narrativa aplicada. Grandeza em jogo: influência sobre o campo.

Pontuação: 2 pontos. Nota 1 no critério 17 (cobertura).

Cobertura de imprensa, critério 17: 3 veículos.

O que sustenta a entrada: fundou a Escola de Roteiro e ensina roteiro e narrativa aplicada desde ao menos 2016, com cobertura da imprensa gaúcha em três momentos distintos.

Evidência:

Ressalva: o livro sai por plataforma de autopublicação, e os números de obra que constam da biografia (mais de 900 roteiros, 10 longas) não têm catálogo público conferível. Esta lista não os reproduz. A paternidade da marca Casa do Storytelling é disputada entre ele e outro nome do campo, com duas fontes se contradizendo, e por isso não é usada como credencial de nenhum dos dois.

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O que esta lista não alcança

Ela mede quem deixou papel. As 22 entradas existem porque existe documento que a pessoa não controla dizendo o que ela fez, e quem trabalha bem num canto do país onde ninguém escreve sobre o assunto não aparece aqui.

Quatro dos 22 marcam zero veículos de imprensa e entraram assim mesmo, sustentados por registro universitário, catálogo de editora e programação de instituição pública. Isso é o dado mais útil desta página para quem trabalha no campo: cobertura de imprensa e solidez de trajetória são coisas diferentes, e confundir as duas é o erro que uma lista feita por busca rápida comete primeiro.

O viés do universo de partida, as lacunas conhecidas desta edição e o que a lista deliberadamente não mede estão detalhados nos critérios.

Falta um nome aqui? Esta edição não abriu chamada pública de indicação antes de publicar, e isso é lacuna declarada. A próxima abre, e a porta será a mesma que valeu para os 33: nome com fonte independente que o sustente.

Esta lista foi apurada até 26 de agosto de 2026, revisada em 29 de agosto de 2026, e não aspira ser definitiva. Ela muda quando a evidência mudar.