Editoria
Panoramas e tendências
Um retrato com método declarado, para você discordar com base.
Quem faz storytelling neste país, com que critério se mede o campo, quais números merecem confiança e quais merecem dúvida. Cada panorama declara o próprio método antes dos achados: fonte, recorte e instrumento na primeira tela, conclusão sujeita a conferência.
O teste que separa esta porta da de notícias: se a matéria perde validade em um mês, é notícia. Se ganha sentido com o tempo, é panorama. Aqui mora o retrato de fundo, aquele que continua útil depois do ciclo da semana.
A primeira cobertura desta porta é também a mais cobrada: os critérios que decidem quem entra numa lista de maiores nomes do tema, publicados antes da lista, com o sinal de alerta de cada critério.
Nesta editoria
A história do storytelling no Brasil
Da feira de cordel ao streaming: 130 anos em que cada tecnologia nova de comunicação foi domesticada pela mesma lógica de capítulo, quase sempre com uma marca financiando a narrativa.
Inovação em storytelling: como o tema virou curso universitário no Brasil
Em 2010, a ESPM de São Paulo abriu um curso com transmídia no título, e branded content entrou depois. A história desse curso e dos seus desdobramentos.
Os 33 critérios para julgar quem é grande no storytelling, publicados antes da lista
A matriz completa e desconsolidada: cada critério com o que mede, como medir, o que conta como evidência válida, o sinal de alerta que o desqualifica, e o que esta apuração encontrou ao aplicá-lo a 33 nomes.
Os nomes do storytelling no Brasil, com a evidência de cada um
Vinte e dois nomes pontuados pela régua de 33 critérios, com leaderboard geral, as fontes localizadas, o tipo e o ano de cada fonte, e a ressalva quando existe.
Seção de referência relacionada