Editoria
1001 usos do storytelling
Um caso por vez, com o mecanismo à mostra, para você levar ao seu contexto.
A narrativa está trabalhando agora em lugares que não se anunciam como história: na sala de reunião que abre com cena em vez de agenda, na sala de aula, no tribunal, no consultório, na campanha. Esta editoria examina um caso por vez, sempre com o mecanismo à mostra: o que a história fez ali, por que funcionou, e o que não funcionou.
A diferença para a Oficina: aqui a história já foi aplicada por outra pessoa e o texto examina o resultado. Se quem vai aplicar é você, a porta é outra, e ela abre mais adiante.
Os casos
A apresentação que não passa no board
Por que projetos bem fundamentados não recebem aprovação. O que falta não costuma estar nos slides.
Médico, advogado, engenheiro, professor, psicólogo
Por que profissionais de conhecimento têm uma relação específica com o storytelling, e o que cada profissão precisa aprender a fazer com as histórias que já tem.
O paciente que não toma o remédio
Por que a adesão ao tratamento é um problema de narrativa e não de informação, onde a história ajuda e onde ela vira risco clínico e regulatório.
O pitch que o investidor esquece
Por que a apresentação certa sobrevive ao elevador e a planilha perfeita não. O que fundadores, analistas e céticos dizem quando a mesa fecha.
Tenho o dado e perco a sala
O que acontece entre o número certo e a atenção da sala. E por que saber os dados não é suficiente para ser ouvido.
Vender sem parecer que está vendendo
Por que o comprador corporativo desliga na terceira frase do pitch e liga quando ouve quem já atravessou o problema dele.
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